futuro

História

Objetivos do curso 

O Curso de História da Faculdade da Amazônia - FAAM, com base nas premissas que emanam da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e nas determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em História CP/CNE n.º 13, de 13/03/2002 tem como objetivo geral: Formar professores com capacidade de desenvolvimento intelectual autônomo e permanente, éticos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Com conhecimentos técnicos, humanísticos, ambientais e histórico-sociais necessários ao entendimento, interpretação e intervenção na realidade nacional e regional. Instrumentalizando-os com métodos, técnicas e recursos que possibilitem uma atuação condigna e competente nas suas funções na área de História.

1.4.1. Objetivos Específicos

Atender as demandas do magistério em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC. Deste modo, procurar-se-á formar professores que possam:

  • Dominar as diferentes concepções metodológicas que referenciam a construção de categorias para a investigação e análise das relações sócio históricas;
  • Produzir análises e interpretações utilizando-se dos conceitos, categorias e vocabulários pertinentes;
  • Conhecer o processo de construção da Historiografia e as informações básicas referentes às diferentes épocas históricas nas várias tradições civilizatórias assim como sua inter-relação;
  • Problematizar a constituição de diferentes relações de tempo e espaço, para perceber a hierarquia dos diferentes elementos integrantes de um contexto histórico, assim como a historicidade em todas as manifestações sócio-culturais;
  • Propor e justificar problemas de investigação, estabelecendo suas delimitações (cronológica, espacial, temática, etc.)
  • Aprender os fundamentos das principais escolas historiográficas, de modo a distinguir as diferentes narrativas, metodologias e teorias históricas, para assim promover a capacidade de leitura crítica;
  • Reconhecer as fronteiras existentes entre a História e as outras áreas do conhecimento, demarcando seus campos específicos e definindo o que é próprio do conhecimento histórico;
  • Reconhecer as características interdisciplinares do conhecimento histórico no conjunto das demais disciplinas com as quais se relaciona, estabelecendo diálogo com as mesmas;
  • Aliar a atividade docente à pesquisa entendendo-a como elemento articulador de sua prática;
  • Incentivar a capacidade de desenvolver metodologias e materiais didáticos adequados às novas tecnologias da informação e da comunicação nas práticas educativas.
  • Promover o conhecimento histórico, articular a teoria à prática, contemplando também os conhecimentos específicos pedagógicos;
  • Analisar o momento histórico e realizar sua interação com a realidade.

1.5. Perfil do Egresso

O Egresso dos cursos de graduação da Faculdade da Amazônia - FAAM é caracterizado por uma formação profissional atualizada fundamentada nos conhecimentos técnico-científicos, bem como nos princípios éticos e humanísticos voltados à cidadania. Neste sentido, ele se revela como um profissional capaz de reconhecer os problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade.

A partir das competências e das habilidades gerais do formando do Curso de Graduação em História da FAAM, consoante com o que dispõe o art. 2.º, da Resolução CNE/CES n.º 13, de 13/03/2002 – Pareceres CNE/CES 1.363/2001 e 492/2001, deve ser assegurado, no perfil do egresso, condições para que seja “capacitado ao exercício do trabalho de historiador, em todas as suas dimensões, o que supõe pleno domínio da natureza do conhecimento histórico e das praticas essenciais de sua produção e difusão . Atendidas estas exigências básicas e conforme as possibilidades, necessitas e interesses das IES, com formação complementar e interdisciplinar, o profissional estar em condições de suprir demandas sociais específicas relativas ao seu campo de conhecimento (magistério em todos os graus, preservação do patrimônio, assessoria a entidades publicas e privadas no setores culturais, artísticos, turísticos, etc.).”

Competências e Habilidades Assim, o Curso de Graduação em História da FAAN, deve possibilitar, no perfil específico do egresso, as seguintes competências e habilidades:

  • Dominar as diferentes concepções metodológicas que diferenciam a construção de categorias para a investigação e a análise das relações sócio-históricas;
  • Problematizar, nas múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos históricos, a constituição de diferentes relações de tempo e espaço;
  • Conhecer as informações básicas referentes às diferentes épocas históricas nas varias tradições civilizatórias assim como sua inter-relação;
  • Transitar pelas fronteiras entre a História e outras áreas do conhecimento;
  • Desenvolver a pesquisa, a produção do conhecimento e sua difusão não só no âmbito acadêmico, mas também em instituições de ensino, museus, em órgãos de preservação de documentos e no desenvolvimento de políticas e projetos de gestão do patrimônio cultural;
  • Competência na utilização da informática;
  • Domínio dos conteúdos básicos que são objeto de ensino-aprendizagem no ensino fundamental e médio;
  • Domínio dos métodos e técnicas pedagógicos que permitem a transmissão do conhecimento para os diferentes níveis de ensino;
  • Habilidade de analisar e criar materiais didáticos para serem usados em cada contextos do ensino de história.

Mercado de Trabalho

O profissional licenciado em História tem, como campo de atuação principal, o exercício do magistério no ensino fundamental, médio e superior, em escolas públicas ou particulares. O campo de trabalho do historiador se estende, ainda, à organização de acervos, restauração de patrimônios artísticos, bem como ao gerenciamento de instituições culturais, museus e arquivos históricos.

1.6. Número de vagas

O curso foi autorizado com 200 vagas anuais, sendo 100 vagas no turno vespertino e 100 vagas no turno noturno.

1.7. Conteúdos curriculares  (imprescindível)

A organização curricular do curso de Licenciatura em História da Faculdade da Amazônia, é resultante, fundamentalmente, da reflexão sobre sua missão, concepção e seus objetivos, complementada pelo que dispõe o Parecer CNE nº1. 363/2001 e Resolução CNE nº 13/2002, e das diretrizes curriculares Nacionais para o curso de História, fixando os mínimos de conteúdo e duração do curso de graduação.

O currículo contempla atividades complementares, como instrumento da interdisciplinaridade e como ambiente propício ao desenvolvimento de novos campos ou temas emergentes, da área da História. Essas atividades concedem flexibilidade curricular ao curso, proporcionando a oferta de conteúdos variáveis, contemporâneos aos avanços e às mudanças da sociedade, da ciência e da tecnologia.

Entre as disciplinas instrumentais e de fundamentos teórico, incluem-se, as de Português Instrumental, Sociologia, Filosofia, Metodologia Científica e Libras consideradas fundamentais para os profissionais do terceiro milênio.

Na formação profissional específica, incluem-se disciplinas voltadas para a História tais como: História Antiga, Medieval, Moderna e contemporânea; História da América, da África, do Brasil, Historigrafia, dentre outras.

Na parte relativa à aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, o aluno deverá, ao lado do estágio supervisionado, elaborar um Projeto de Graduação, como componente dos programas de iniciação científica.

A estrutura curricular, que se faz interdisciplinar, tem como base de sustentação pedagógica e acadêmica a cada semestre:

1.   Abrir perspectivas para a construção do conhecimento a partir de questões humanas ou problemas reais, com senso crítico e complexidade, priorizando a região amazônica.

2.   promover o entrelaçamento dos conteúdos das disciplinas em torno de um tema ou problema comum.

3.   desenvolver a capacidade de organizar ideias e métodos de estudo bem como a capacidade de trabalho em grupo, liderança, organização e autonomia.

4.   integrar as diferentes áreas de conhecimento num real trabalho de coordenação e trocas, aberto ao diálogo interdisciplinar a partir de um planejamento integrado.

1.8. Metodologia

No contexto da FAAM e, mais especificamente, do curso de Ciências Contábeis, tanto a metodologia de ensino como a avaliação objetivam conjugar a teoria e a prática, de forma permanente, além de utilizar dinâmicas que fujam da aula expositiva tradicional.

Considera-se importante a implementação de aulas expositivas interativas, além de outras técnicas de ensino, como dramatizações, estudos de caso, seminários, debates, entre outras. Assim, entende-se como relevante não só a participação individual, mas também o trabalho em grupo. É importante que os futuros contadores tenham a oportunidade de desenvolver, em seu curso, a capacidade de trabalhar de forma coletiva, o que significa saber dividir e cumprir tarefas, ouvir o outro, argumentar, expor opiniões etc.

Para a concretização dessa nossa proposta, é fundamental o fato de se contar com turmas de no máximo 50 alunos, número que tem sido considerado satisfatório para a efetivação de uma dinâmica participativa em sala de aula.

Além disso, os alunos e professores poderão contar com recursos audio-visuais. A utilização de vídeos, para promover a discussão, será particularmente incentivada pelos professores, quer como atividade a ser desenvolvida nas disciplinas, quer como atividades complementares, quando o aluno poderá, no acervo disponível na biblioteca da FAAM, aprofundar-se em determinados temas da contabilidade, tendo em vista seu interesse específico.

Ademais, a existência de um laboratório de informática, com acesso à Internet onde permite que os professores incentivem a realização de pesquisas através da Internet, familiarizando os alunos com as matérias existentes no mundo virtual, assim como programas específicos para a área em questão. Na discussão das metodologias de ensino, a ser realizada periodicamente, será analisada a utilização dessas novas tecnologias pelos professores, de maneira a tornar a aula mais criativa e de maneira a familiarizar o aluno com os recursos tecnológicos.

 
   

 

                           

 
   

 

                                                                               

                                                                                                                                     

 

 

 

 

 

 

 

Sistema de Avaliação

Há em cada período, obrigatoriamente, duas verificações da aprendizagem e uma prova final.

O professor, a seu critério, ou a critério do Colegiado de Curso, pode promover trabalhos, exercícios e outras atividades em classe e extra-classe, que podem ser computadas nas notas ou nos conceitos das verificações parciais, nos limites definidos pelo mesmo Colegiado.

Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado através dos instrumentos de avaliação específicos, aplicados por Banca examinadora especial, poderão cursar as disciplinas liberadas dos pré-requisitos indicados pela Banca, após o referendo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão, cumprindo um tempo de integralização menor, na forma da legislação em vigor.

A avaliação do rendimento será expressa em grau numérico de zero a 10  (dez) pontos, permitindo-se o fracionamento em décimos.

Atribui-se nota zero ao aluno que deixar de submeter-se à verificação prevista, na data fixada, bem como ao que nela se utilizar meio fraudulento.

Em cada disciplina, a média dos trabalhos escolares realizados durante o semestre forma a média de aproveitamento semestral.

O aluno obterá aprovação nas disciplinas mediante a obtenção de:

I  mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas previstas;

II média igual ou superior a 7 (sete) nas avaliações parciais, computando-se a mesma como grau final; e

III média igual ou superior a 6 (seis), correspondente à média aritmética entre a média das avaliações parciais e a nota do exame final.

O aluno que obtiver média inferior a 7 (sete) e igual ou maior que 4 (quatro) nas avaliações parciais deverá prestar  exame final.

Considerar-se-á reprovado o aluno que:

I - Não obtiver frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas da disciplina; e

II - Não obtiver, na disciplina, média final de verificação da aprendizagem igual ou superior a 6 (seis).

Coerência do sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem com a concepção do curso

A Faculdade da Amazônia entende que os objetivos de um sistema de avaliação devem passar pela necessidade de informar e orientar o processo ensino-aprendizagem. Evidentemente, há uma função administrativa formal representada pela nota, porém, a ênfase para onde a própria concepção de curso aponta, se constitui no aspecto educacional propriamente dito, já que se pauta no desenvolvimento de competências e habilidades do futuro administrador.

Para estar em consonância com tal concepção, necessário se faz vislumbrar a avaliação, planejamento e execução como atividades inseparáveis de um único processo, no qual estão definidos objetivos, conteúdos, estratégias de ensino, critérios e formas de avaliar. Neste sentido, o docente deve ter a possibilidade e competência para escolher os instrumentos avaliativos que serão utilizados de acordo com os objetivos que deseja atingir, e estes se inserem no bojo do sistema de avaliação previsto para a Faculdade da Amazônia e descrito no item anterior. Ainda, torna-se sumariamente relevante oferecer ao aluno oportunidades diversas de mostrar seu desempenho, para que se evite fazer do processo ensino-aprendizagem um mecanismo de mera aplicação de instrumentos de avaliação.

Portanto, nas suas mais variadas formas, a avaliação acompanha o planejamento educacional curricular e de ensino, e aponta para a multiplicidade de variáveis a serem consideradas dentro dos propósitos curriculares relacionados aos conteúdos, a atitudes e conhecimentos necessários para a formação do administrador generalista/polivalente, planejador, empreendedor, crítico e de formação global e humanística bem sedimentada.